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Top Draw e Pokémon TCG: muito mais que uma loja ou um jogo

Toda terça e quinta-feira, por volta das 19h, algumas mesas da Domino’s da São Mateus, em Juiz de Fora, deixam de ser apenas mesas de uma pizzaria: o segundo andar torna-se a Top Draw, que é muito mais do que uma loja, mas um grande ginásio de Pokémon TCG. Entre aberturas de pacotes, troca de experiências, risadas e muitas conversas, surgem playmats coloridos, dados, marcadores de dano, moedas e baralhos cuidadosamente protegidos por sleeves. É quando começa mais uma noite de Pokémon TCG.

Quem olha de fora ou até sente no segundo andar para comer talvez não compreenda imediatamente o que está acontecendo. Pode pensar que somos apenas adultos reunidos para jogar cartas com desenhos de criaturas que fizeram parte da nossa infância. De certa forma, é exatamente isso. Mas também é muito mais. Ali, entre uma partida e outra, eventualmente uma pizza ou uma cerveja, formou-se uma comunidade.

Foi nesse ambiente que encontrei algo que não imaginava procurar quando comecei a me envolver mais com Pokémon TCG, já que minha chegada a esse mundo foi totalmente por acaso. Ali, esperava aprender regras, montar decks, conhecer novas cartas e disputar algumas partidas. Não esperava encontrar tantas pessoas dispostas a ensinar, compartilhar e fazer com que alguém recém-chegado se sentisse parte do grupo. Em pouco tempo, percebi que sempre havia um lugar disponível à mesa. E sempre há.

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(Imagem: Divulgação)

As noites de MD1

Às terças e quintas-feiras, os torneios são disputados no formato MD1, ou melhor de uma partida. Isso significa que não há muito espaço para recuperação. Uma compra ruim, uma decisão precipitada ou uma estratégia que demora a funcionar pode definir toda a rodada. Por causa disso, cada partida tem sua própria tensão, o que traz aquela sensação de emoção e batalha digna da franquia. No entanto, vale ressaltar que nas noites da Top Draw, vários TCGs também são jogados, seja em for fun ou em torneios mais organizados. Magic: The Gathering, One Piece Card Game e vários outros fazem parte desta rotina.

Mas, prosseguindo, a cada noite de liga, há aquele momento em que os decks são embaralhados, os jogadores cortam as cartas uns dos outros e alguém pergunta: — Cara ou coroa? É exatamente aí que a ação começa. Cartas tiradas, setup feito. É hora do show!

Depois vêm as cartas iniciais, os Pokémon Básicos colocados no campo e a expectativa de saber se o baralho vai colaborar naquela noite. Algumas partidas acabam rapidamente (bem rápido mesmo, acredite). Outras se prolongam, cheias de decisões, cálculos e possibilidades, chegando ao turno zero. Há vitórias inesperadas, derrotas doloridas e situações em que uma única carta comprada no momento certo muda completamente o rumo do jogo. No entanto, talvez o mais interessante aconteça quando a partida termina.

Mesmo após perder, é muito comum o jogador vencedor mostrar o que poderia ter sido feito de maneira diferente. Alguém sugere uma carta para melhorar o deck. Outra pessoa comenta uma linha de jogo que talvez tivesse alterado o resultado. As cartas voltam para o baralho, mas a conversa continua. A derrota, então, deixa de ser apenas uma derrota. Ela se transforma em aprendizado. Acredite, eu sou a prova viva disso. Afinal, sou um dos mais novatos em jogo.

Com o passar das semanas, comecei a perceber que aqueles torneios não eram somente uma sequência de partidas. Eles também funcionavam como encontros entre amigos. O Pokémon nos colocava diante da mesma mesa, mas eram as conversas, as brincadeiras e o companheirismo que faziam com que todos quisessem voltar. É um verdadeiro sentimento de pertencimento a algo.

Os domingos de MD3

Aos domingos, o ritmo muda totalmente. É dia de MD3, o melhor de três partidas. Nesse formato, o confronto ganha outra dimensão, sendo praticamente nosso treino para eventuais Torneios Regionais. É possível perder a primeira partida, entender melhor a estratégia do adversário e tentar reagir nas seguintes. Existe mais espaço para adaptação, para observar o que deu errado e para encontrar uma resposta dentro do próprio deck.

As partidas podem ser mais longas, as rodadas exigem maior concentração e os detalhes se tornam ainda mais importantes. Também é um dia em que passamos mais tempo juntos e a tensão acaba sendo maior, já que o ritmo competitivo é alto. Mas isso não muda em nada a parceria entre todos os presentes.

Naturalmente, todos querem vencer. Afinal, quem não quer abrir um Prize Pack? Quem se inscreve em um torneio deseja testar o próprio deck, executar sua estratégia e conquistar bons resultados. Mas a vontade de ganhar não elimina o respeito por quem está do outro lado. Ao final de uma série disputada, é comum os dois jogadores permanecerem à mesa, comentando as partidas. Falam sobre as cartas que não apareceram, as decisões que funcionaram, os riscos assumidos e aquele momento específico que definiu o confronto. Em vez de afastar as pessoas, a competição acaba criando mais assuntos e aproximando ainda mais os jogadores.

Aprender sem medo de perguntar

Quando alguém começa a jogar Pokémon TCG, tudo pode parecer mais complicado do que realmente é. Existem habilidades, condições especiais, cartas de Treinador, diferentes tipos de Energia e uma sequência de ações que, no início, pode parecer difícil de acompanhar. Há também regras que não estão escritas de maneira óbvia nas cartas e estratégias que só começam a fazer sentido depois de algumas partidas. Ralmente, são muitos detalhes e minúcias que precisam ser minimamente compreendidas. Felizmente, nesse e em vários outros momentos, a comunidade faz toda a diferença.

Na Top Draw, sempre encontrei alguém disposto a responder uma dúvida, explicar novamente uma regra ou disputar uma partida com mais calma. Nunca senti que precisava chegar sabendo tudo, experiência que já tive em outros ambientes. Pelo contrário: perguntar fazia parte do processo. Muitas vezes, alguém interrompia o próprio jogo para ajudar. Em outras, um jogador experiente se sentava ao lado de quem estava começando e acompanhava cada turno, explicando quais ações eram possíveis. Até voltar algumas jogadas era possível, o que me fez ver a competitividade com outros olhos.

Não havia julgamento quando uma jogada era esquecida ou quando uma carta era utilizada no momento errado. Havia paciência e compreensão mesmo. Não era ser “café com leite”; era ser alguém aprendendo a viver uma experiência nova. Essa forma de ensinar torna o jogo mais acessível e prazeroso. Em vez de fazer com que um iniciante se sinta deslocado, ela mostra que todos passaram por aquele mesmo período de aprendizado.

Ninguém nasceu sabendo montar um deck competitivo, obviamente. Ninguém compreendeu todas as regras na primeira partida. Todos já compraram uma carta errada, esqueceram uma habilidade importante ou perceberam tarde demais que poderiam ter feito uma jogada melhor. Saber disso torna tudo mais leve. Nos primeiros jogos, eu suava. Sentia o corpo tenso, tinha receio a cada carta utilizada. Hoje, a coisa mudou.

Um deck nunca é montado sozinho

Montar um deck é uma experiência muito pessoal. Escolhemos uma estratégia, pensamos nos Pokémon que queremos utilizar e tentamos encontrar um equilíbrio entre cartas de suporte, itens, apoiadores e energias. Ainda assim, descobri que um deck raramente é construído completamente sozinho. Ele pode começar como uma ideia individual, mas logo passa pelas mãos e pelos olhares de muitas pessoas. Alguém sugere reduzir o número de uma carta. Outra pessoa recomenda incluir um treinador diferente. Um jogador mais experiente testa a lista e aponta onde ela perde consistência.

Há também quem abra a própria pasta e procure justamente aquela carta que está faltando. — Quantas você precisa? Às vezes, a resposta é uma. Em outras, são duas ou três. Então, sem transformar aquilo em uma negociação complicada, a pessoa entrega as cartas, empresta por alguns dias ou propõe uma troca ou eventual venda. O objetivo é fazer o deck funcionar e permitir que mais alguém possa participar. Todos querem ver os amigos em alto nível. Afinal, essa é a graça do jogo.

Esses gestos parecem pequenos quando vistos de fora. Afinal, para muitas pessoas, estamos falando apenas de pedaços de papelão impressos. Mal sabem o quanto algumas cartas valem, enfim. Mas quem já tentou terminar um deck antes de um torneio sabe o valor que uma única carta pode ter. Às vezes, o que separa uma ideia de um deck jogável é justamente aquela carta cedida por um amigo minutos antes da primeira rodada.

Com o tempo, o baralho passa a carregar também essas histórias. Algumas cartas lembram uma troca. Outras recordam um presente, um empréstimo ou uma conversa em que alguém disse: — Testa assim. Acho que vai funcionar melhor. E, muitas vezes, funciona.

O dia em que o Mega Charizard apareceu

Os pré-releases (ou pós-pré-releases, como o da coleção Fogo Fantasmagórico) possuem uma energia diferente. Todos recebem os produtos quase ao mesmo tempo, abrem os pacotes e começam a descobrir as cartas da nova coleção. Há curiosidade, expectativa e aquela esperança silenciosa de encontrar algo especial. O som dos pacotes sendo abertos se mistura às reações dos jogadores. Algumas cartas passam de mão em mão. Outras despertam comentários sobre possíveis decks e estratégias. Há sempre alguém comemorando uma arte bonita, um Pokémon favorito ou uma carta que precisava para completar uma coleção.

Foi em um desses eventos que aconteceu um dos momentos mais marcantes da minha jornada. Ao abrir um dos pacotes, encontrei um Mega Charizard X ex dourado. Além de ser um dos meus Pokémon favoritos, estava ali uma carta diferenciada, mas extremamente rara e valiosa. Por alguns segundos, fiquei olhando para ela, tentando compreender o que tinha acabado de tirar. Então, as pessoas ao redor perceberam.

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Quase me senti um Logam Paul neste dia. (Imagem: Internet)

A notícia se espalhou rapidamente entre as mesas. Jogadores se aproximaram para ver a carta, comentar a arte, elogiar a sorte e celebrar aquele momento comigo. Houve surpresa, risadas e uma empolgação que parecia compartilhada por todos. — Você já ganhou o torneio, diziam. O mais bonito foi justamente isso: ninguém tratou a conquista com indiferença, mesmo eu sendo o mais novato dali. A carta era minha, mas a comemoração foi coletiva. Isso é Top Draw.

Naquele instante, entendi ainda mais claramente o sentimento de comunidade existente ali. Todos sabiam o quanto aquele Mega Charizard X ex era especial e fizeram questão de transformar a abertura do pacote em uma lembrança que não seria apenas minha. É claro que fiquei feliz pela raridade e pelo valor da carta. Seria impossível negar. Mas, quando penso naquele dia, não me lembro somente do Charizard. Lembro-me das pessoas ao redor, dos olhares curiosos, das brincadeiras e da alegria sincera de quem comemorou comigo. A carta ficou guardada. A memória, porém, continua viva. E a diversão foi garantida, mesmo com o resultado naquele dia não sendo tão bom para mim nas partidas.

Crianças, adultos e diferentes gerações

O ambiente da Top Draw também me mostrou como Pokémon consegue unir pessoas de todas as idades. Nas mesmas mesas, encontramos crianças descobrindo o jogo, adolescentes montando seus primeiros decks competitivos e adultos que acompanham Pokémon desde os anos 1990. Há jogadores muito experientes e pessoas que ainda precisam perguntar quantas cartas devem comprar no início da partida. Todos ali dividem o mesmo espaço de maneira muito respeitosa. É bonito observar uma criança explicando, com toda a confiança, o funcionamento de seu Pokémon favorito. Da mesma forma, é interessante ver um adulto se empolgar ao encontrar uma carta que desperta uma lembrança da infância.

A idade parece perder um pouco da importância quando a partida começa.

Cada pessoa chega com sua própria relação com Pokémon. Algumas conheceram a franquia pelos jogos de videogame. Outras, como eu, assistiam ao desenho antes de ir para a escola. Há quem tenha começado recentemente, influenciado pelos filhos, pelos amigos ou pela curiosidade. No final, todos encontram uma linguagem comum nas cartas. Esse convívio entre gerações torna o ambiente ainda mais especial. Não se trata apenas de tolerar as diferenças de idade, mas de aprender com elas. Jogadores mais velhos compartilham experiências, enquanto os mais novos apresentam uma energia e uma forma diferente de enxergar o jogo.

Pokémon, que já atravessou tantas gerações, continua criando novas pontes entre elas.

Voltar a gostar de Pokémon aos 34 anos

Tenho 34 anos, e talvez por isso toda essa experiência carregue um significado ainda mais profundo, embora muitas pessoas ainda caçoem da retomada deste prazer nostalgico da infância. Não me importo. Pokémon fez parte da minha infância e, obviamente, faz parte da minha vida. Assim como aconteceu com tantas pessoas da minha geração, conheci aquele universo em uma época marcada pelo desenho animado, pelos jogos de Game Boy, por coleções de Tazos ou do Guaraná Antárctiva Caçulinha.

Na infância, cada Pokémon parecia trazer uma descoberta. Havia algo mágico em aprender os nomes, entender as evoluções e imaginar como seria viver naquele mundo. Eram apenas 151, e agora a coisa mudou radicalmente. Muitos Pokémon eu nem conheço direito. Mas vou aprendendo com o tempo.

Mas enfim, o tempo passou. Vieram outras fases, outras responsabilidades e outros interesses. Ainda assim, Pokémon nunca desapareceu completamente. Permaneceu guardado em algum lugar da memória, associado a um período mais simples da vida. Quando me aproximei novamente da franquia por meio dos jogos de Nintendo Switch e do Pokémon TCG, senti como se uma porta antiga tivesse sido reaberta. A nostalgia estava ali, mas não era uma tentativa de voltar ao passado. Eu não era mais uma criança tentando reviver exatamente as mesmas experiências. Era um adulto encontrando um novo significado em algo que sempre havia amado.

Aos 34 anos, Pokémon passou a representar tanto as lembranças antigas quanto as amizades que estou construindo agora. Quando abro um pacote, ainda existe aquela curiosidade quase infantil de descobrir a próxima carta. Quando vejo um Charizard, um Pikachu ou outro Pokémon conhecido, surge uma familiaridade difícil de explicar. Mas, ao mesmo tempo, há algo completamente novo: as partidas, os torneios, os amigos e a sensação de pertencimento.

É como reencontrar um velho conhecido e perceber que ainda temos muitas histórias para viver juntos.

A Top Draw e o sentimento de pertencimento

Na Top Draw, essa sensação se tornou muito forte. Não encontrei apenas um grupo de pessoas interessadas em colecionar ou jogar Pokémon TCG. Encontrei um espaço onde alguém pode chegar sem conhecer ninguém e, pouco a pouco, começar a ser chamado pelo nome. Primeiro, vêm as dúvidas sobre as regras. Depois, as conversas sobre os decks. Logo aparecem as brincadeiras, as rivalidades amistosas e as histórias que serão lembradas nos encontros seguintes. Em algum momento, sem que a gente perceba exatamente quando, deixamos de ser apenas jogadores reunidos por acaso.

Tornamo-nos amigos.

Passamos a conhecer os decks preferidos uns dos outros, as cartas favoritas, as estratégias mais utilizadas e até certos hábitos durante as partidas. Sabemos quem gosta de jogar de forma agressiva, quem prefere controlar o campo e quem sempre aparece com alguma ideia diferente. Isso é louvável. Também aprendemos a comemorar as conquistas dos outros. Celebramos uma boa colocação, uma vitória difícil, uma carta rara encontrada em um pacote e até o momento em que um iniciante consegue executar sozinho aquela estratégia que alguém havia ensinado algumas semanas antes.

Existe espaço para competir, mas também existe espaço para crescer junto.

As verdadeiras recompensas

É claro que gosto das cartas. Tenho gostado de montar decks, testar estratégias e participar dos torneios, mesmo tendo pouco tempo para me preparar. Gosto também do nervosismo antes das rodadas e daquela satisfação quando uma sequência de jogadas funciona exatamente como havia sido planejada. Também gosto muito de abrir centenas de pacotes e encontrar uma carta especial. É um sentimento de colecionismo que remete a uma infância em que o acesso a esse tipo de coisa não eram possível. Mas, quando penso no que realmente ganhei durante essa jornada, percebo que as maiores recompensas não estão guardadas nas inúmeras pastas ou protegidas por sleeves.

Elas estão nas noites de terça e quinta-feira. Estão nos domingos de MD3, nas partidas longas e nas conversas depois de cada confronto. Estão nos pré-releases, nas cartas cedidas, nos decks emprestados e nas explicações dadas com paciência. Estão nas pessoas de todas as idades que se sentam à mesma mesa e encontram em Pokémon um motivo para conversar.

As verdadeiras recompensas estão nas amizades.

Obrigado por cada partida

Sou muito grato às pessoas que conheci e vou conhecendo ao longo dessa caminhada, já que o gosto pelas cartinhas aumenta a cada dia. Seja por colecionismo, jogatina ou isso tudo misturado a um sentimento nostálgico, como é meu caso. Agradeço a quem me ensinou uma regra, corrigiu uma jogada e ajudou a melhorar meus decks. Agradeço a quem abriu a própria coleção para procurar uma carta que me faltava e a quem emprestou aquilo de que eu precisava para participar de um torneio. Agradeço também a cada adversário que transformou uma partida em aprendizado, a cada amigo que comemorou minhas vitórias e a todos que celebraram comigo em alguns momentos de “sorte” ao abrir um booster.

Talvez algumas dessas pessoas não tenham dimensão da importância de seus gestos. Uma explicação rápida, uma carta cedida ou um convite para sentar à mesa podem parecer atitudes simples. Para quem está chegando, no entanto, elas podem representar a diferença entre apenas conhecer um jogo e sentir que pertence àquela comunidade. Foi isso que encontrei na Top Draw. Encontrei um lugar onde posso competir sem deixar de me divertir, aprender sem medo de errar e reencontrar uma paixão da infância sem sentir que estou velho demais para ela.

Aos 34 anos, Pokémon voltou a ocupar um espaço especial na minha vida. Não apenas pelo que representa do passado, mas por tudo o que continua trazendo ao presente. Hoje, quando penso em Pokémon TCG, não penso somente nas cartas, nos decks ou nos resultados dos torneios. Penso nas mesas ocupadas, nas risadas entre as rodadas e nos amigos que vou fazendo durante essa jornada.

No fim, talvez a coleção mais valiosa não seja aquela formada pelas cartas mais caras ou raras. Talvez seja a coleção de histórias que estamos construindo juntos.

Torneios para jogar, aprender e fazer parte da comunidade

Para quem ficou interessado, os torneios organizados pela Top Draw são uma das melhores maneiras de conhecer a comunidade, começar a participar das partidas e ganhar prêmios. Às terças e quintas-feiras, a partir das 19h, acontecem os torneios no formato MD1, na Domino’s do bairro São Mateus, em Juiz de Fora. Já aos domingos, é realizado o MD3, com confrontos mais longos e a possibilidade de disputar até três partidas contra o mesmo adversário. Mais do que competições, esses encontros são momentos de convivência, aprendizado e diversão, recebendo tanto jogadores experientes quanto iniciantes de todas as idades.

As datas, os horários, os formatos e as informações sobre inscrições, além da divulgação de pré-releases e outros eventos especiais, podem ser acompanhados pelo Instagram da Top Draw.

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